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Igualdade de géneros ou respeito?

Antes de mais, aquilo que aqui escrevo apenas representa a minha opinião pessoal, e a opinião de cada um vale o que vale. Como em tudo, haverá quem concorde e haverá quem discorde. Não tenciono, com este texto, criticar ninguém ou insinuar que a minha visão é mais correcta. ___

Não sou feminista. Sou pelo respeito, isso sim.
Cada vez mais noto que todo e qualquer motivo de indignação tem que ser discutido até à exaustão. E, muitas vezes, os indignados são intolerantes com as opiniões dos outros.
Um dos temas de maior “guerra” é a igualdade de géneros. Na minha opinião, 95% das pessoas que defendem essa igualdade só pensam em direitos iguais para aquilo que lhes convém. Se ainda há várias coisas que precisam mudar? Claro que há. Se eu acho que isso é pela igualdade de géneros? Não vejo dessa forma, vejo como algo que deve ser feito como respeito e igualdade entre as pessoas.
Trocando por miúdos… Existirão sempre diferenças entre as mulheres e os homens. Se essas diferenças ditam que as…

Baby steps

Hoje tive a minha primeira entrevista.
Andava a panicar porque seria em alemão.
Acabou por nem correr muito mal, mas não sei se será suficiente para o lugar e empresa em questão. Seria bom demais conseguir esta oportunidade. Mas o melhor é termos sempre as expectativas baixas, que assim depois não custa tanto.

A merda do cancro

Há 15 anos, não permitiu que me despedisse da minha mãe.
Desta vez não me deixou despedir da minha madrinha.

Há dores que nunca deveríamos reviver.

F*ck what they say

Um dos maiores factos sobre mim: sou imensamente insegura.
Não sou nenhum mulherão, não sou a típica mulher que se destaca no meio da multidão... Nunca o fui e não acredito que algum dia venha a ser.
Se penso desta forma e tenho esta visão sobre mim é pelos meus olhos, não por causa dos outros. Resumindo: não preciso que ninguém me aponte os defeitos porque eu sou a primeira a vê-los. Mesmo assim, quando alguém nos rebaixa, custa. Custa demasiado. E é algo que nunca esqueço, mesmo que não mantenha mais o contacto com aquela pessoa. Como já li várias vezes por aí, uma mulher esquece facilmente os elogios que lhe fazem, mas nunca esquece quando lhe dizem algo que a magoa.
Infelizmente (ou felizmente?), já me cruzei com algumas bestas. Analisando a minha vida até agora, acho mesmo que tenho um íman para filhos da p***. Eles vêm ter comigo, com falinhas mansas, mas no final eu apenas trago comigo todas as coisas que me disseram e que me magoram (e ainda moem).
Sinceramente, tenho os meus…

Já estive mais longe de arrancar cabelos

Ao fim de quase 4 meses em Munique, já consigo entender um pouco daquilo que os alemães me dizem e já vou conseguindo dizer umas coisas (com milhões de pontapés na gramática, mas ainda não dá para melhor que isto, que tenham a santa paciência).
Agora, chegou o momento de começar a enviar candidaturas.
1º passo: criar um currículo em alemão Depois de muitas horas perdidas naquilo (e não foram mais porque tive a preciosa ajuda de várias pessoas), olho para o meu currículo com orgulho. Não pelo conteúdo por si só, mas por ter conseguido criar um documento em alemão.
2º passo: carta de apresentação Se eu achava que o currículo me tinha dado bastantes dores de cabeça, a carta de apresentação quase que me pôs a saltar da janela. O facto de ainda ter um alemão bastante limitado, faz com que seja imensamente complicado construir um texto cuidado, onde consigamos referir tudo aquilo que é importante.
3º passo (que provavelmente ainda demorará um pouco a chegar): entrevista de emprego Acho que vo…

Boas descobertas pelo Spotify

Um destes dias abri o Spotify e não sabia exactamente o que queria ouvir. Vi algumas playlists sugeridas e escolhi uma que me parecia interessante: Morgenröte (amanhecer).
Não sei se vocês conseguirão encontrar esta playlist, mas tentem porque vale bem a pena. Músicas óptimas e que nos deixam com um mood especialmente bom! :)
Ora vejam lá se não tenho razão:

É tempo de Starkbier!

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O nome da cidade, München, vem do facto de Munique, em tempos, ter sido habitada quase exclusivamente por monges (Mönche, em alemão).
Se, em Portugal, associamos os doces conventuais aos conventos (perdoem-me o pleonasmo), aqui os malandros dos monges entretiam-se a criar e produzir cervejas.
Deixo aqui o meu agradecimento aos senhores, que sabiam muito bem aquilo que estavam a fazer.
Ora, a época de Quaresma está associada ao "jejum" e como as pessoas tinham que continuar a trabalhar (maioritariamente no campo), precisavam de obter a energia de outra forma.
Então do que é que os espertos monges se lembraram? Vá de criar uma cerveja para a Quaresma, que ajude a "alimentar" mais as pessoas!
Basicamente é uma cerveja à base de trigo, que passa por duas fermentações, o que faz com que tenha um teor alcoólico superior às cervejas ditas normais (por volta dos 10%).
Todos os anos, a partir de fevereiro/março até à Páscoa, as cervejarias organizam pequenos festivais dedic…