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A minha carteira até chora

Finalmente descobri como se diz verniz gel em alemão e decidi voltar a tratar das minhas unhinhas. Longe vai o tempo em que tinha paciência para tratar disso em casa, por isso, desde que vim para Munique, só tinha pintado as unhas umas 2 ou 3 vezes. Ora, se há coisa que não falta aqui são esteticistas. Aquela modalidade de cabeleireira + esteticista, que existe em Portugal, não se vê por aqui. Há imensos cabeleireiros e depois há imensos salões de unhas (será que posso chamar assim?). Depois de muito pesquisar na internet, lá me aventurei. Óbvio que já fui mentalizada para pagar bem mais do que aquilo que pagava em Portugal, mas mesmo assim doeu. 25 euros, minhas caras. Vin-te-e-cin-co-eu-ros! Para mal dos meus pecados (só na questão monetária), as minhas unhas gostam de crescer rápido. Em Portugal, o máximo que conseguia aguentar eram 3 semanas (e já com um crescimento que se via a léguas). Agora, estou a pedir às alminhas que elas se aguentem 1 mesinho.

Sad but true

Quase que aposto que vou ser uma velhinha incontinente, sempre com stock de Tena Lady em casa... de tantas vezes me deixar ficar apertadinha para fazer xixi.

Não podiam aguentar mais um aninho?

Este ano sei que vou andar um pouco bastante limitada monetariamente. Antes de vir para Munique já sabia que no primeiro ano seria complicado conseguir grandes conquistas. Preciso de, pelo menos, 6 meses (com cursos intensivos) para atingir um nível de alemão que me permita perceber e conseguir conversar minimamente. A partir daí já deve ser mais fácil conseguir um trabalho. Poderia virar-me para multinacionais, que não necessitem que se fale alemão, mas quero dedicar-me a 100% (pelo menos, nestes primeiros tempos) na aprendizagem de alemão. Ora, se não trabalhar, não tenho um salário. Claro que tenho as minhas economias e está nos meus planos tentar arranjar um "mini job" (designação que dão aqui a pequenos part-times, sem vínculo), quando conseguir falar umas coisitas em alemão. O que acontece é que tenho duas amigas (daquelas do coração, mesmo) que se casam este ano: uma em Maio, outra em Julho. Uma delas convidou-me inclusivamente para ser uma das damas de h...

28.09.2016, uma vida a acumular

Nos últimos tempos, tenho andado em arrumações sérias por casa. Comecei pela roupa. Não sei se vocês também são assim, mas tinha ali umas caixinhas com roupa que já não vestia há bastante tempo porque "agora não serve mas pode ser que um dia volte a ficar bem" ou "já não é muito o meu estilo mas está praticamente nova e pode ser que eu volte a usar isto". Todos os anos dou uma volta à roupa, mas mantenho mais do que aquilo de que me desfaço. Desta vez foi diferente: só fica o que realmente uso! Meus amigos, foram sacos e sacos de roupa! Mais precisamente: 15 sacos! Como não tenho contacto nem conheço ninguém que necessite e possa aproveitar a roupa, levei os sacos para aqueles contentores onde depois distribuem por associações a roupa que ainda estiver em condições. Há uns tempos, já tinha feito o mesmo com malas e calçado. Mas a roupa foi escapando sempre. Eu sou daquelas mulheres que sofre de um mal crónico: nunca tenho roupa suficiente. Comparativame...

26.09.2016, TAG - de tudo um pouco

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Oba oba! Fui nomeada pela Ellie para responder a uma TAG, por isso aqui vai! :) Regras: Responder a todas as perguntas. Indicar, no mínimo, 11 blogs com menos de 500 seguidores. Colocar a imagem da tag. Colocar o link de quem te nomeou. 1. Qual o estilo de música preferido? Uuuiiii pergunta difícil! Ouço de tudo um pouco, dependendo do meu estado de espírito. Se tenho dias em que só me apetecem ouvir músicas mais calminhas (ou "músicas de fossa", como eu gosto de lhes chamar), noutros dias quero ouvir músicas que me façam dançar. Tanto ouço música clássica, como saio com os amigos e divirto-me imenso com as kizombas e latinadas que agora são moda. Já para nem falar que sou fã assumidíssima do mestre Quim Barreiros! Ahah! Provavelmente, os únicos estilos de música que não me cativam minimamente são techno e heavy metal. Estes é que não ouço, em circunstância alguma. 2. Qual a sua peça preferida? Neste momento, talvez o vestido que levei ao casamento d...

21.09.2016, se eu fosse rica...

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... perdia a cabeça com uma marca portuguesa que, cada vez mais, dá que falar: a Josefinas Portugal. Adoro, adoro, adoro! São peças tão queridas e tão "menineiras"... a minha cara! E é tão bom ver que se fazem coisas lindas e de óptima qualidade em Portugal, que começam a ser cobiçadas um pouco por todo o mundo... :)

12.09.2016, sabes que estás a ficar crescida*...

... quando compras o teu primeiro creme hidratante anti-idade. O próximo passo, que preciso mesmo e com alguma urgência: um creme anti-rugas para o contorno dos olhos (sim, neste caso, não basta um anti-idade). *mas sempre com o meu arzinho de menina! Eheh

06.06.2016, já temos vestido!

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Olá, olá, eu voltei, voltei, voltei! [esta sou eu a assumir que conhecem o repertório da Ágata] Estas últimas semanas têm sido esgotantes e com pouco tempo livre. Muito trabalho, dias mais compridos que o habitual, pouco tempo para espreitar devidamente os blogs. Mas cá estou eu, de volta! O último post foi sobre o vestido para o casório do BFF. Pois, há uma semana eu tirei o sábado para me dedicar à busca do trapinho. Experimentei o vestido da Mango, do qual falei neste post , e foi a maior desilusão. Ele não cai como eu esperava e senti-me um autêntico balão de São João. No entanto, encontrei outro vestido, bem simples e que entrava nos meus critérios. Comprei-o, ainda com o sentimento de que lhe faltava qualquer coisinha, mas que conseguiria essa coisinha com os acessórios certos. Ontem, por acaso, tive de passar num shopping e dei um saltinho à Zara " só para ver as novidades ". Ora não é que os meus olhinhos passam por um vestido e automaticamente saltaram c...

23.05.2016, a saga do vestido

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Apesar de me andarem a pressionar por ainda não ter vestido para ir ao casório , a verdade é que ando a sondar o mercado há já algum tempo. Contudo, esta pesquisa é feita com o rabinho na cadeira (ou no sofá). Não tenho tido tempo e disposição para correr shoppings e decidi que, quando for, será para tratar do assunto nesse mesmo dia. (Sim, isto vai correr mesmo bem) Após 1001 pesquisa por estas internetes fora... fiquei com estes dois meninos debaixo de olho: Do lado esquerdo, da ASOS, do lado direito, da Mango. Ora, tendo em conta que já estamos um pouco em cima da hora para compras online que podem não correr bem (ainda sou um pouco old school e gosto de experimentar para ter a certeza que gosto), acho que o queridinho da ASOS vai ficar para canto. O da Mango é muito a minha cara, mas ainda não o vi ao vivo, portanto não posso afirmar que será "O" tal. Provavelmente na próxima semana irei reservar um dia para tratar do trapinho. Pray for me!

17.05.2016, não me pressionem

Daqui a 2 meses (menos 1 dia) o bestie vai casar. Ontem, recebo a seguinte mensagem dele: " Já só faltam 2 meses! Já tens o vestido? " Mas, mas... Acho que não preciso de tanto tempo para comprar um vestido! (mas já estou a imaginar as 1001 voltas que vou ter de dar, para encontrar algo que goste mesmo)

19.04.2016, são escolhas

Hoje o tema de conversa acabou nas depilações. Já nem sei como lá chegamos, apenas que acabamos a falar de depilação. Ora, um colega sai-se com a seguinte afirmação: “ Parece que anda aí uma tendência, principalmente entre as raparigas mais novas, para andarem ao natural, sem depilação alguma. Parece que voltámos aos anos 70. ” Eu não ando muito atenta a isso, mas por acaso não tinha reparado nessa tendência. A outra mulher que se encontrava presente disse que também já tinha reparado nisso. Tal como depois acabamos por concluir, a depilação deixou de ser uma imposição da sociedade. Por muito que alguns digam que nunca o foi, eu bem me lembro de começar a pensar na depilação (ainda na adolescência) porque toda a gente sabia que “ as mulheres não devem andar com pêlos grandes, isso é coisa de homens ”. Óbvio que nunca me obrigaram a fazer a depilação, mas crescíamos com aquela ideia pré-concebida de que seria algo a tratar. Por muito sofrimento que me possa ter causado ( ma...

12.04.2016, das melhores invenções de sempre

Depilação a laser. Para mim, sempre foi um sofrimento fazer depilação a cera. Aquela história de que "com o tempo não dói tanto" é tudo BALELAS. Sim, comigo o sofrimento foi sempre igual. Anos e anos de martírio. Por isso decidi investir mais algum dinheiro e fazer depilação a laser. Não dói (há dias em quem "escalda" um bocadinho, mas nada de mais), notam-se os efeitos logo a partir da primeira sessão e, só de pensar que daqui a algum tempo vou estar livre de pêlos, até dou pulinhos de alegria!