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23.07.2016, dizem que é hoje

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Hoje deveria ser considerado o melhor dia de sempre porque foi o dia em que um ser espectacular *cof* nasceu. Isso mesmo! EU! Ahah!
Se, por um lado, adoro fazer anos no verão, por outro é uma chatice no que toca a festejos. Por esta altura meio mundo já foi de férias (ou está a ir) e esse é o principal motivo para eu festejar aniversários com uma periodicidade equivalente à dos anos bissextos. Contudo, este ano consegui juntar uns amigos e vou aproveitar para socializar e rir muito, de preferência!
Quanto à idade... Bem, temos duas perspectivas diferentes:
  ou

(Acho que prefiro o segundo cenário :D)


11.07.2016, uma fome que não se mata, alimenta-se

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Sim, eu era uma daquelas pessoas que nem sequer acreditava que a Selecção iria conseguir passar da fase de grupos do Euro 2016. Via os jogos e não conseguia ver um futebol que nos levasse longe. Oh como eu me enganei! E como eu gosto que me contrariem com esta felicidade!
Nunca gostei muito dos franceses (generalizando, vá). Acho que são um povo arrogante, com a mania que são superiores a todos. Depois de tudo aquilo que andaram a dizer nas últimas semanas, já estava com um certo ódiozinho acumulado. Eu acreditava que Portugal conseguiria vencer, mas não tomava por certo. A bola é redonda e, muitas vezes, o futebol é uma questão de sorte.
Quando lesionaram o Cristiano Ronaldo e fizeram com que ele não pudesse terminar a final a jogar, senti que estava ganho. (E, como já disse aqui, eu não sou propriamente fã dele, mas a verdade é que ontem foi um verdadeiro capitão) O que os franceses não sabiam é que nós, portugueses, quando espicaçados, unimo-nos como nunca e ganhamos força que mui…

05.07.2016, o balanço

Como já tinha falado por aqui, no final de junho terminaria o estágio profissional que estava a fazer. Numa das reuniões mensais do meu departamento, combinámos um almoço no meu último dia e um sunset pós trabalho.
Andei durante umas semanas a desejar que não estivesse demasiado sensível por aqueles dias (felizmente, o meu último dia não coincidiu com a TPM, senão haveria de ser lindo de se ver).
A meio da tarde, ao falar com o colega que ficou responsável por depois entregar o meu tag (o cartão que permite abrir as várias entradas na empresa) nos recursos humanos, ouço um "Amanhã vai custar olhar para o lado e ver a secretária vazia"... O que é suposto dizer, nestas alturas, sem me desfazer em emoções? Como não sei, não lhe consegui responder.
No final do dia, uma colega não podia ir connosco para o sunset e foi a primeira despedida. Foi aquela pessoa que andava há mais de uma semana a dar-me abraços aleatórios e a dizer que gostava muito de mim (não fazem ideia como estas…

29.06.2016, os doutores

Em Portugal parece existir muito a mania do uso de títulos. Doutor para aqui, engenheiro para acolá, e ai de quem não os tratar assim.
Só vejo uma circunstância que, de certa forma, possa justificar isso. Nos primeiros anos de trabalho, e se aparentarmos ter menos idade do que a que realmente temos (guilty!), o facto de nos tratarem dessa forma acaba por ajudar a criar a nossa credibilidade. Pessoalmente, acho que a credibilidade deve ser criada com base na eficiência e seriedade, mas na prática as coisas não funcionam bem assim.
De resto, detesto que me tratem por "doutora". Aliás, mesmo nas circunstâncias que referi, não me sinto confortável com esse tipo de tratamento. Prefiro manter uma relação mais informal mas, quando isso não é possível, lá temos de entrar na onda dos títulos.
Lembro-me de, quando estava a tirar a pós-graduação, os próprios professores, doutorados e com décadas de experiência, nos tratarem por doutores. Não imaginam a confusão que aquilo me fazia. Ma…

22.06.2016, noite de cinema #3

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Ontem tive a oportunidade de ir à antestreia de Independence Day: Resurgence.
[Aviso já que a minha opinião estará influenciada pelo facto de ter visto o filme em IMAX 3D.]
Se nunca nos passaria pela cabeça uma sequela do Independence Day, eis que, passados 20 anos (sim, já se passaram 20 anos), o mundo voltará a ser alvo de um ataque alienígena.

Alguns dos protagonistas do primeiro filme voltam para este novo combate, o que ajuda na ligação entre os filmes. Independence Day é um dos filmes da minha adolescência e já perdi a conta ao número de vezes que o vi. Penso nesse filme como o típico filme de domingo à tarde e, provavelmente, não iria ao cinema ver este segundo filme se não tivesse um convite para a antestreia. Felizmente, tive a oportunidade de ir à antestreia e adorei.
Com o IMAX 3D sentimo-nos no meio de toda a acção e, neste filme, todos os cenários foram muito bem conseguidos. Não vou entrar em muitos pormenores sobre o filme, para não vos brindar com spoilers. Se gostaram…

20.06.2016, redes sociais

Cada vez mais tenho a certeza que as redes sociais trazem à tona o pior das pessoas.
Desde as ofensas e o ódio que destilam por quem tem opiniões diferentes ou por quem faz piadas que não agradam a alguns... às ameaças de morte que parecem ter virado moda, tendo como alvo humoristas que apenas brincam à sua maneira com os temas da actualidade. Mas nem é por aí que vou seguir...
Atrás de um ecrã somos todos muito bons e corajosos. Cheios de piada e de peito feito para ofender os outros e faltar ao respeito, gratuitamente. Eu cá acho que quem tem este tipo de atitudes nas redes sociais, é um falhado na vida real. E nem sequer falo de um ponto de vista profissional, falo mesmo em falhado como pessoa.
Em tempos eu deixava-me afectar por algumas criaturas que pareciam tirar o dia para me chatear e tentar ofender, quando não sabiam nada da minha vida. Deixava-me enervar e despendia parte do meu tempo a pensar nas baboseiras que saíam das pontas dos dedos desses seres. Agora, simplesmente o…

17.06.2016, não sei ser patriota

Em plena época de Europeu de futebol, é habitual que os temas de conversa, por vezes, andem à volta do que se vai passando lá na França.
Eu ando muito desligada disso, confesso. Primeiro, porque não ando com grande vontade para passar o pouco tempo que tenho livre a ver futebol. Segundo, porque não acredito muito na Selecção que temos actualmente.
E agora vou-vos confessar algo que parece que faz de mim uma má portuguesa: não gosto do Cristiano Ronaldo. Reconheço o seu mérito e o seu trabalho, que o colocou no topo do mundo do futebol, mas não consigo gostar dele. Acho-o arrogante e, por vezes, sinto que ele desrespeita os seus colegas de profissão. Ele pode continuar a ser o melhor jogador do mundo com um pouco mais de humildade e sem as declarações infelizes que por vezes dá. Não o vão respeitar menos por isso, pelo contrário.
Chateia-me que, quando se trata da Selecção, só falem do Cristiano, como se ele fosse o salvador da pátria. Ele joga sozinho? Não. Ele faz milagres? Não. Os …